Efemérides de 1 de Fevereiro (2022)

1507 Isabel I de Inglaterra (1533-1603, a reinar desde 58), assinou há 515 anos a ordem de execução de Maria Stuart da Escócia (n.1542, logo elevada ao trono da Escócia).

1808 As forças de Napoleão, comandadas por Junot, retiraram há 214 anos a coroa portuguesa à Casa de Bragança, sem efeitos claros por o país enviar a Família Real para o Brasil.

1850 A proposta de Lei da Liberdade de Imprensa, conhecida por “Lei da Rolha”, foi apresentada há 172 anos na Câmara dos Pares do Reino, perante a contestação de figuras como Almeida Garrett, Alexandre Herculano e Lopes de Mendonça.

1885 Assinatura há 137 anos do Tratado de Simulambuco entre a coroa portuguesa e representantes dos povos cabindas, que serviu a estes para se acolherem sob a proteção de Portugal e a Lisboa para defender na Conferência de Berlim, a decorrer, os seus direitos sobre Cabinda, território reclamado pela França, Reino Unido e Bélgica.

1890 Foi constituída há 132 anos a Liga Patriótica do Norte, do escritor Antero de Quental, “por amor à Liberdade”.

1908 Teve lugar há 114 anos o Regicídio de D. Carlos (n.1863) e do príncipe herdeiro, Luís Filipe (n.1887).

1933 O então ministro português da Obras Públicas Duarte Pacheco (1900-43) encomendou há 89 anos o estudo para a construção de uma ponte sobre o Tejo, em Lisboa, entre o Beato e o Montijo.

1979 O líder religioso chiita Ayatollah Khomeiny regressou ao Irão há 43 anos, depois de 14 de exílio e da saída do Xá – onde impôs uma ditadura clerical.

1991 O então Presidente branco da África do Sul, Frederik de Klerk (1936-20211, e em funções entre 89-94), proclamou há 31 anos o fim das leis raciais no país.

2003 Entrou em vigor há 19 anos o Tratado de Nice da União Europeia, em lugar do de Amesterdão (1999), adoptado em 2000 e aprovado em 2001, que seria substituído em 2009 pelo de Lisboa.

2006 Portugal e a norte-americana Microsoft assinaram há 16 anos (Governo de Sócrates) o memorando de entendimento, no âmbito do Plano Tecnológico.

2018 O Senado da Polónia quis apagar a memória e aprovou há 4 anos uma Lei sobre o Holocausto que prevê até 3 anos de prisão para quem utilizar a expressão “campos da morte polacos”, sob a justificação de que importava “defender a imagem do país”.

2021 Um golpe de Estado em Myanmar (Birmânia) removeu há 1 ano a Nobel Aung San Suu Kyi (filha de um antigo general, o que explicará a ‘paciência’ para ela de outros militares) do Poder e restaurou o regime militar.

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