Sofia Loren, uma mediterrânica octogenária de se lhe tirar o chapéu

Sofía Loren sempre representou bem a ulher mediterrânica europeia: sempre interessante e atractiva, apesar dos anos – que já vão em 81. E hoje faz furor na publicidade. De resto, o seu instinto de vendedora vem de muito nova, antes ainda de se distinguir como actriz, quando ajudava a mãe, D. Romilda, numa tasca com piano em Nápoles, com piano tocado pela proprietária. Sofia fez então furor a servir militares americanos ali destacados.

Depois, claro, Carlo Ponti fixou-se nela, e fê-la não só actriz (ele era o grande produtor de cinema italiano), mas também sua mulher. E esforçou-se por aproveitar e sublinhar o que lhe parecia uma beleza exuberante e cheia de energia.

Já fez 65 anos de cinema, passando por Hollywood, e continua a ser disputada na publicidade dirigida a jovens (desde pastas de cozinha a jóias, passando pelas roupas). E aí a vemos há pouco numa campanha da Dolçce & Gabana (ver fotografia) de um baton.

Os octogenários escusam portanto de se sentirem velhos – porque como diz o anexim, ‘velhos são os trapos’, e mesmo assim nem sempre.

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