Efemérides de 12 de Novembro

Serpa Pinto, Wikipédia

1877 O explorador Serpa Pinto começou há 142 anos a travessia do continente africano, para fazer o reconhecimento do território e efectuar o seu mapeamento interior.

1927 Trotsky (1879-1940), que seria assassinado no seu exílio mexicano por um militante espanhol preparado pelo KGB e às ordens de Staline, foi há 92 anos expulso do Partido Comunista Soviético

1935 O médico António Egas Moniz (1874-1955), em colaboração com o cirurgião Almeida Lima (1903-85) e o psiquiatra Cid Sobral (1877-1941), fez há 84 a primeira lobotomia, no hospital de Santa Maria, em Lisboa, hoje muito criticada e fora de moda, mas que lhe valeu o Nobel da Medicina de 1949.

1960 A União Nacional, partido único da ditadura do Estado Novo, organizou há 59 anos em Lisboa uma manifestação contra a ONU, pelas reservas da comunidade internacional à política colonialista portuguesa.

1975 Trabalhadores do sector da construção civil em greve cercaram há 43 anos (depois do 25 de Abril e pouco antes do de Novembro) o Palácio de S. Bento com todos os deputados sequestrados (menos os do PCP).

1985 Francisco Salgado Zenha (1923-93), advogado, fundador e antigo “número dois” do Partido Socialista, abandonou há 34 anos o partido.

Massacre de Stª. Cruz em Timor, RTP

1991 Militares indonésios que queriam evitar a independência de Timor (oficializada em 2002) dispararam há 28 anos indiscriminadamente contra cidadãos timorenses, no cemitério de Santa Cruz, em Díli, causando a morte a dezenas de pessoas.

1998 Foi criada há 21 anos a linha da violência doméstica, serviço de informação gratuito que funciona pelo telefone, 24 horas por dia, para apoiar vítimas de violência doméstica, um serviço anónimo e confidencial.

2017 Um chefe da esquadra do Montijo da Polícia de Segurança Pública foi agredido dentro das instalações policiais, quando tentava “salvaguardar a integridade física de uma senhora que se refugiou naquele local para se livrar das agressões do filho e pedir socorro”.

2018 O antigo ministro Arlindo de Carvalho e o ex-presidente do BPN Oliveira Costa foram condenados há 1 ano a 6 e 12 de prisão, respetivamente, por burla e fraude fiscal, num processo ligado ao caso BPN.

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