Vinagrete 22.08.22 – Assessor ministerial

Toda a Oposição á uma, mais uma grande parte da imprensa que não se limita à notícia seca mas se compromete na luta, acusam um ministro por contratar um assessor, jornalista conhecido, ex-director da TVI. De tal forma, que este se sentiu compelido a desistir do cargo em causa.

            Parece que os críticos sabem mais do que o ministro acerca das suas necessidades de assessoria, neste quadro. Ou então é só por ele ser conhecido, e ainda por cima jornalista. Há ainda a hipótese de pura inveja.

            Se os críticos considerassem que os ministros não necessitam de tantos assessores pagos a peso de oiro, como noutros países democráticos, que saem na totalidade caríssimo e que sobrepõem as suas funções às da Função Pública, ainda os compreenderia. E nesse caso haveria outros governos nacionais igualmente censuráveis. Era bom mudar de vez esta situação, em que uns gabinetes ministeriais (não falo do caso em apreço, que me perece menos grave neste sentido), servem sobretudo pera rodar o futuro pessoal partidário, em cargos muito bem pagos, e de grande confiança política. Em que não se exige nem procura currículo profissional, normalmente insuficiente (o que também não será o caso que tanto parece molestar).

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