Vinagrete 18.02 28 – Separação de corpos e bens

Recasados, Diocese de Aveiro

Lembro-me de um padre muito divertido, por uma senhora ir ter com ele a pedir-lhe que a casasse com separação de corpos e bens. Achava ele, antes desta ideia do cardeal de Lisboa, ser isso impossível. Que o casamento se podia fazer com separação de bens, mas não de corpos, talvez fosse uma ideia demasiado cristã para conceitos católicos menos cristãos do casamento. Que afinal por alguma razão é casamento – apesar do que agora todos, mais ou menos fracturantes, pretendem fazer com ele.

Enfim, ao menos o cardeal é imaginativo. Concebe um casamento com separação de corpos e bens. Apesar de não chegar ao ponto do exagero, como os mais papistas que o Papa que apareceram a defendê-lo naquilo tão disparatado e pouco cristão (embora reconheça, como alguém já salientou, que Cristo preferiu nunca falar sobre estas questões, que pelos vistos achou não lhe dizerem respeito), quando ele parece querer recuar.

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