Efemérides de 16 de Maio (2022)

1832  Foi criado há 190 anos, em Portugal, já naturalmente em pleno constitucionalismo, o Supremo Tribunal de Justiça.

1834 A batalha de Asseiceira, há 188 anos, no âmbito da Guerra Civil portuguesa de 1832-34, garantiu a vitória definitiva dos liberais, então liderados por D. Pedro IV, sobre os absolutistas miguelistas.

1920 Quatrocentos e noventa anos após sua morte, há 102, Joana D’Arc foi canonizada pelo Papa Bento XV (1854-1922, entronizado em 1914).

1958 O salazarismo estremeceu de verdade há 64 anos, quando as forças policiais, em plenas eleições Presidenciais, detiveram com violência uma manifestação em Lisboa de apoio ao candidato vencedor e da oposição Humberto Delgado, que agora deu nome ao aeroporto de Lisboa (na qualidade de 1º general da Força Aérea Portuguesa e de criador da TAP).

1966 O Partido Comunista da China iniciou há 56 anos a Revolução Cultural Chinesa, com o “Aviso de 16 de Maio”, anunciada por Mao Tsé-tung (1893-1976), e visando combater a oposição dentro do seu partido (formalmente encerrada em 69 por Deng Xiao-ping, mas só efectivamente acabada em 76, após a morte de Mao – ficou atribuída a um Bando dos Quatro, em que se incluía a viúva e 4ª mulher do velho timoneiro, a ex-actriz Jiang Qing, 1914-91).

1967 Foi há 55 anos o assalto ao Banco de Portugal da Figueira da Foz por um grupo da LUAR liderado por Palma Inácio (1922-2009), para financiar acções da oposição ao Regime salazarista.

2015 O ex-presidente do Egito Mohamed Morsi (n.1951, eleito democraticamente em 2012, afastado por Golpe Militar) e cerca de uma centena de dirigentes da Irmandade Muçulmana foram condenados à morte há 7 anos, devido às fugas da prisão durante a revolta de 2011.

2018 A ONU revelou há 4 anos que, o tráfico de seres humanos, muitas vezes para recolha de órgãos para transplantação, é a segunda prática criminosa mais lucrativa, a seguir ao tráfico de armas.

2021 O número de mortos já passava de 200 há 1 ano no conflito de Gaza, com 42 pessoas mortas em ataques aéreos israelitas e três prédios destruídos, e ainda não se tinha chegado ao recente caso da jornalista da Al Jazeera, pelos vistos símbolo palestiniano.

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