Efemérides de 14 de Setembro (2021)

1741 O compositor alemão George Frederik Handel (1685-1759), naturalizado britânico em 1726, violinista e maestro, que teve como maior patrão Jorge I de Inglaterra (mesmo antes de ser Rei), terminou há 280  a sua obra mais emblemática, “O Messias“.

1891 John Heath entrou há 130 anos para a história do futebol ao marcar o primeiro penálti de sempre, no jogo da Taça de Inglaterra em que o Wolverhampton venceu o Accrington por 5-0.

1901 Theodore Roosevelt (1858-1919), historiador, explorador, soldado e político, membro de uma abastada família nova-iorquina de origem holandesa (antecessor de outro conhecido Roosevelt, F.D.R., que levou os EUA para a II Guerra e conseguiu fazer frente à crise económica que se arrastava desde 1929 – foi Presidente de 1933 até à sua morte em 45), assumiu há 120 anos a presidência dos EUA (até 1909), após a morte do então titular de que ele era vice-Presidente, William McKinley, sendo ainda hoje o mais jovem americano neste cargo.

1960 A OPEP, Organização de Países Exportadores de Petróleo, foi criada há 61 anos na Conferência de Bagdade (que ali se reunia desde o dia 10 anterior), tendo a sede atual em Viena de Áustria – longe das instabilidades do Médio Oriente.

2009 Foi publicado há 12 anos, era Sócrates, em Diário da República, o Decreto-Lei que classifica como bem de interesse nacional o espólio documental do poeta Fernando Pessoa (1888-1935).

2015 As ondas gravitacionais, cuja existência o judeu alemão naturalizado americano, o físico Albert Einstein (1879-1955), apontou há um século na sua Teoria da Relatividade, foram pela primeira vez detetadas de forma direta há 6 anos por um grupo de cientistas de várias nacionalidades (do chamado projecto LIGO) – voltando a ser sentidas nos 2 anos seguintes (2016 e 2017).

2017 A NOS Comunicações foi condenada há 4 anos pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão ao pagamento de uma coima, entre outras coisas, por prestação de informações falsas a assinantes e assédio comercial.

2020 A OMS relatou há 1 ano o maior aumento então de casos de COVID-19 num só dia (307.930, com número de mortes diárias de 5.500, indo já num total de mortes de 917.417).

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