Efemérides de 5 de Maio de 2020

Inquisição em Portugal, RTP

1821 Foi abolida há 99 anos, pelas Cortes gerais, a Inquisição em Portugal, restando segundo alguns, durante muito tempo com funções semelhantes, a Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano.

1835 O escritor e político romântico e liberal Almeida Garrett (1799-1854) criou o Conservatório de Lisboa, no âmbito da reforma do Governo Liberal, sendo o ensino da Música dirigido pelo compositor e pianista João Domingos Bomtempo (1775-1842).

1890 Começou há 130 anos a ‘questão do tabaco’ nacional, com o debate sobre o fim do monopólio estatal da principal indústria, portuguesa, que só terminou em 1906 com a concessão a um privado por decisão do Governo de João Franco (1855-1929, responsável por um governo de ditadura entre 1906 e o regicídio de 1908).

1917 Começou há 103 anos a publicação do jornal russo Pravda (que significa ‘verdade’), fundado por Lenine (1870-1924, líder da revolução bolchevique de Outubro desse ano).

1975 Foi há 42 anos criado o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, cujo nome foi escolhido em homenagem ao médico, académico e investigador oposicionista (1889-1946), que entrou em funcionamento na época 76/77, por iniciativa de uma série de personalidades da Universidade Porto (entre as quais se contavam Nuno Grande, Corino de Andrade e Ruy Luís Gomes).

Jaun Carlos e Ramalho Eanes, DN

1978 O anterior Rei de Espanha, Juan Carlos, e o então Presidente da República de Portugal, Ramalho Eanes, trocaram há 42 anos os instrumentos de ratificação do Tratado de Amizade e Cooperação, já em democracia.

1981 Morreu há 39 anos, na cadeia de Maze, Belfast, Irlanda do Norte, o militante do IRA Robert “Bobby” Sands, após 66 dias de greve da fome, com 27 anos.

2005 A proposta de Lei para a limitação dos mandatos dos cargos políticos executivos foi aprovada há 15 anos na Assembleia da República, de maioria socialista, no tempo do Governo de Sócrates.

2007 O Vaticano, no papado de Bento BVI (n.1927, e em funções entre 2005-13, antecessor ainda vivo e retirado do Papa Francisco), acabou formalmente há 13 anos com a noção de limbo na teologia católica.

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