Vinagrete 26.07.04 – Neves de saída

Luís Neves está de saída, quer queira ou não. Mais lhe vale sair pelo seu pé, enquanto o pode fazer. Se não, o seu futuro político será zero, agarrado para sempre a um dos piores PM de Portugal, com toda a gente contra si, a começar no PSD.

         Sabe-se agora, o que não se teria talvez sabido de outra forma: que o seu tempo à frente da PJ ficou marcado pela informalidade. Como o do seu sucessor, certamente escolhido por ele. Torna~se necessário vasculhaar, e ver bem, se não há mais informalidades indesejáveis.

         Espera-se sinceramente que não haja mais actos de boa gestão, para seguir as palavras de Neves. Uma vez que ele considerou que poupar dinheiro ao Estado, na guarda de provas, entrava em tal categoria.

         Como explicou muito bem na CNN, no seu espaço de comentário teievisivo, na CNN Notícias, o advogado Rogério Alves, disse, na minha escassa opinião bem, esperar[PA1]  que o Estado gaste algum dinheiro na guarda de provas. No caso contrário, poderá até gahhar muito. Imagine-se o que pagariam os traficabtes de drogas, por saberem as provas contra eles, guardadas sem seguranças especiais. E para já, temos nos antídopas, um advogado a pôr em causa, o que nomínimo demorará mais o julgamentio, a utilidade de tais provas. Adora é preciso ver se há mais.

         Para já, não sabemos se foi o ex-director da PJ ou o PM  a ter a ideia de tal argumento. Mas basta Luís Neves tê-lo repetido ele mesmo, para ser necessário investigar a PJ no seu tempo.

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