Efemérides de 6 de Junho – Ainda a Agustina

Quase peço desculpa por voltar a um tema tão debatido, e já um pouco fora de horas.

Agustina, agência Ecclesia

Mas a verdade é que não vi realçarem pontos que me parecem essenciais: Alguém disse que a Sibila era um livro um tanto aborrecido. Pois não é. De qualquer maneira Agustina escreveu livros bem leves, onde falava de amigos seus, que andaram pelo Poder: como, por exemplo, os Meninos de Oiro, de que teriam feito parte figuras como Ruben A, Francisco Sá Cerneiro (Pinto Leite já tinha morrido há muito), talvez o advogado Miguel Veiga e Francisco Balsemão. Os outros morreram. Mas Balsemão poderia ser chamado a falar sobre ela.

E foi demasiado consensual. Não venderia tantos livros como as caras da TV, mas foi uma boa escritora e pensadora, ao contrário dessas caras.

Teve amizades célebres, como a de Manoel de Oliveira. E apesar da sua casa de Porto poder ser considerada fora de um bon adresse, deu-se sempre com a melhor sociedade do Porto e do País. De qualquer modo, era uma mulher do Douro, onde foi descansar de vez.

E agora estou a lembrar-me, a propósito do desconcerto em que ela nos punha, de uma conferencia sua, em que garantia, apesar da figura que ostentava, ser muito vaidosa. Daí, segundo ela, quando viajava, gostava de ir à lojas de roupa, e sobretudo de escolher bem os seus eternos xailes. Para as livrarias, usava o marido, Alberto Luís, também já morto, que lhe trazia oa que achava ela dever ler.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s