Vinagrete 16.05.13

Governador do Banco de Portugal apoia despedimentos do Novo Banco

Fotografia do Dinheiro Vivo

Fotografia do Dinheiro Vivo

O Governador do Banco de Portugal foi há bastantes dias ao Parlamento esclarecer que se o novo Banco continuar na posse do Estado, provavelmente terá de fazer ainda mais despedimentos no próximo ano. E escusou-se a comentar a legalidade dos despedimentos violentos actuais, por não se considerar tribunal de trabalho.

Ora este Governador já entregou o Novo Banco, saído do velho Espírito Santo, apenas com os melhores activos (os outros ficaram num Banco Mau, pronto a falir sem honra, nem glória, nem grande proveito). Mas pelos vistos não consegue, nem ele nem os gestores que escolheu, mesmo num Banco só com bons activos, e financiado em milhões pelos contribuintes, ter ali lucro, ou apresentar uma forma de os contribuintes se saírem de forma relativamente airosa do assunto (com uma boa venda ou a nacionalização, nem que seja provisória). Só falta explicar se não seria mais proveitoso arranjar uma administração mais barata e com maior eficácia (que, tendo em conta o financiamento público e o facto de só haver ali activos bons, parece muito possível). E explicar também por quantos despedidos valem os ordenados dos actuais maus administradores. E finalmente se vendendo-o não vão acabar por fechar imensas delegações, já que quem o comprar deve tê-las a funcionar por esse país fora.

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