As obras do MAI são mais um caso, ou casinho, da política portuguesa. Que atire a primeira pedra quem, estando em qualquer lugar, digo bem, em qualquer lugar de uma instituição semelhante à PJ, sem perspectivas de ir para um governo, com um problema de obras, e não fizesse o mesmo.
E as perspectivas de ir para o Governo não seria em todo o mundo Ocidental, onde já se viu que Trump pode fazer o que quiser, mas apenas na Europa, onde o eleitorado é mais esclarecido. Luís Neves fez bem em não se preocupar mais com o assunto, tendo em conta o caso Spinumviva, de Luís Montenegro, em que os clientes só estariam preocupados com as suas empresas, e a futura influência dele.