Vinagrete 17.01.31 CPLP não é o que queríamos

Fotografia da CPLP

Fotografia da CPLP

Será possível em diplomacia termos o que queremos, só a preto e branco? Ou teremos de entrar nos cinzentos e meios cinzentos?

Há lá coisa mais cinzenta do que a CPLP! Portugal, depois do 25 de Abril, até pretende ter todos os pergaminhos democráticos. E infelizmente entrar também no politicamente correcto.

Mas, tendo em conta o caminho que leva o Brasil, os confrontos sangrentos na Guiné ou em Moçambique, os desvarios de São Tomé, os constantes editoriais da imprensa oficial angolana (para não falar nos petro-dólares desviados do povo para os bolsos da clique governante) – ficamo-nos apenas com um país bastante civilizado, mas pobre: Cabo Verde. Pobre, mas honrado – como por aí se diz.

Fotografia de ipol.org

Fotografia de ipol.org

Vem isto a propósito do gigante sapo engolido que foi a sinistra Guiné Equatorial (claro que o sinistro se aplica só à clique dirigente, nunca ao povo espezinhado, porque também passamos por isso, e sabemos do que falamos), quando entrou na CPLP. Agora novamente muito falada, por acolher como exilado o anterior ditador da Gâmbia (foi 22 anos Presidente do País), mais o espólio que ele terá roubado do País. De resto, quem engoliu o sapo?

Compreensivelmente, só nos ofendemos nós e os cabo-verdianos. Os outros, quando forem depostos, provavelmente esperam partir também com um valente saque, e terem quem os receba assim. De modos que… Vá lá que não temos o Trump – embora as suas influências nos cheguem desagradavelmente, não tanto como à maioria dos americanos que tiveram o cuidado e o bom gosto de não votarem nele.

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