Vinagrete 26.02.24 – Mandelson e André

Mandelson é uma coisa, e André outra, muito diferente. A acreditar no PM britânico, que ainda há pouco tempo ganhou tão largamente as eleições, Mandekson traiu-o. André era um herói de guerra, e o filho preferido da rainha Isabel II, tão amada pelo seu povo. Se é para sermos republicanos, também eu o sou. Mas parece-me mal sacrificar uma pessoa, apenas para ser contra a monarquia. Também nisso deve haver igualdade. Vamos lá ao que interessa. É ou não verdade que André pôs os seus guarda-costas a vigiarem a casa de Epstein? E a ser verdade, o que é que eles viram? Como diria Jesus Cristo, quem se sente em condições de atirar a primeira pedra? E porque há tantas investigações, e demissões de políticos, por uma causa que ainda há poucos anos não era crime na Europa, a não nos EUA, onde sim, era. Já agora, acompanharemos com a máxima curiosidade a ida do casal Clinton, figuras destacadas do Partido Democrata, a falar no assunto, que tão envergonhados deve deixar os republicanos, se é que eles ainda têm uma pontinha de vergonha.

PS -1) Mediador para o conflito da Ucrânia, que não seja um guerreiro por interpostas pessoas, precisa-se.

      2) Quanto tempo mais é preciso ouvir falar na Hungria, e na falta de solidariedade dela para com a restante UE? Até às eleições naquele País? Mas não é verdade que o povo votou na sua maioria por Orban, e que ele tinha a confiança do seu povo, para a política que empreendeu, sendo mais fácil a Putin invadir a Hungria, com o apoio da população, do que quem não aprecia muito os russos. Ou Putin apreciará especialmente os que não gostam dos russos?

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