Os EUA têm um presidente que, em vez de os fazer grandes outra vez, no caso de cumprir o mandato até ao fim, os vai tornar muito pequenos. E tudo, por causa do seu fascínio pelo dinheiro e, talvez por isso, em contra-mão com o seu eleitorado, por Putin. Sim, dou nisto, inteira razão a um jornalista-investigador da TV portuguesa.
A verdade é que Donald Trump já conseguiu acabar com um sistema de controlo do Presidente do seu país, que embora não escrito, fora adoptado por escrito na generalidade dos Estados Ocidentais: o recebimento de presentes de valor, que ficavam sempre para o País. Ele recebeu um avião de um rico Estado árabe, daqueles em que só os dirigentes são ricos, à custa da população, como ele, que se borrifa para o eleitorado, para lá de o eleger, ambiciona para os EUA. Outra coisa: enquanto dirigentes europeus, menos envolvidos que ele com Epstein, caem pelo seu envolvimento, ou ao menos passam por embaraços, Sua Exa não passa por nada.
E não dá um tostão para nada, nem para a ONU, a não ser para si próprio. E considera-se espertíssimo por isso.
Se não o põem a andar depressa, não se limitarão a ficar pequenos, ficam mesmo sem Estado. E não é inteligente, nem esperto. Felizmente, dá nas vistas.