Vinagrete 26.01.26 – A derrota clamorosa de Ventura

André Ventura merece cada vez mais perder as presidenciais, com o voto bem explícito dos portugueses. Primeiro, no discurso feito na 1ª volta, destas presidenciais, ao ensaiar que seria na 2 volta, o representante da direita, contra a esquerda de Seguro, ficou claro que, ao revés do que sucedeu até agora, com todos os Presidentes do pós 25 de Abril, não estava interessado em representar a totalidade dos cidadãos nacionais: deixaria de fora todos os socialistas. E estes tiveram sorte, ao contrário dos espanhóis, com o seu PM à cabeça, de não ter pedido logo ali a sua prisão, apenas por isso, por gostarem do socialismo democrático.

         Depois há os seus amigos internacionais, os mesmos, muito pouco recomendáveis, com quem Trump ou Putin se dão bem.

         Devemos considerar ainda os problemas que têm surgido com os seus candidatos do Chega, questão a que se recusou a responder, perguntando antes porque não faziam a mesma pergunta a Seguro, como se ele tivesse alguma responsabilidade pelo Chega.

         Finalmente, é no mínimo estranho que um candidato a Presidente, apoiado por um partido, não saiba para que servem umas 2ªs voltas. E que é suposto nessa altura não votar no candidato do nosso especial agrado, porque naturalmente já não estará lá, nas no tido como menos prejudicial aos nossos objectivos. E que Ventura, ao menos pelas razões atrás descritas, será sempre prejudicial para a maioria dos portugueses.

         Ficámos a saber, por declarações de dirigentes seus, que um resultado igual ao de Freitas, quando enfrentou Soares, é o eszperado pelo Ch3ega. Qualquer coisa abaixo disso, será uma derrpta clamorosa para Ventura, E eu não acredito que o consiga. A não ser, evidentemente, que haja muitos votos em branco ou uma grande abstenção, de que Ventura beneficie. Mas não é isso que indicam as sondagens. Elas apontam para uma vitória forte de Seguro, que não necessita de mais endossos, e para uma derrota clamorosa de Ventura, que nada terá a ver com o obtido por Freitas em 1986. Que, mesmo assim, não deu para ele liderar a direita. Essa mesma direita que, muito naturalmente, agora aposta em Seguro.

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