Vinagrete 25.07.10 – A hiper-sensibilidade do CDS

Bons tempos em que o CDS era dirigido por gente tão democrata como Freitas do Amaral e Amaro da Costa. Hoje, que o país e os partidos viraram à direita, temos um CDS demasiado sensível, em que um deputado seu, justifica a abstenção não por não estar contra as agressões ao actor de A Barraca, que ia representar um teatro de homenagem a Camões, mas por se chamar fascistas e de extrema-direita aos seus cobardes agressores que se intitulavam orgulhosamente do grupo Reconquista.

         Resta saber como os deputados do CDS chamariam hoje ao grupo Reconquista, uma vez que consideram extrema-direita, como eles orgulhosamente se acham, uma adjectivação excessiva para os designar.

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