Já se percebeu que João Soares Louro não figura entre os ‘gurus’ que formaram Donald Trump para Presidente dos EUA. Talvez Putin sim, mas Soares Louro não.
José Rodrigues dos Santos, um dos jornalistas mais sérios que tenho ouvido em TV (apesar dos piscares de olho a que ele nos tem habituado, que o devem ter convencido ser importante, para dar um ar íntimo aos espactadores), convenceu-nos, e parece igualmente convencido, numa investigação que fez para um livro, da dependência de Trump perante e Rússia, de quem terá recebido imenso dinheiro para fazer frente aos seus maus negócios, e ainda agora recebe empréstimos.
Mas voltando à vaca fria, Soares louro teria explicado a Trump que, fazer bullying a uma pessoa frente à caixinha da TV é uma má ideia, porque põem quem vê é a favor da vítima – que, portanto, ganhará sempre, embora acredite que nem todos conseguiriam portar-se tão bem como Zelensky. E de todos os que aparentemente viram aquilo na TV, por cá, apenas o general Aníbal Costa achou, ou considerou útil dizê-lo em público, que Zelensky tinha levado. Mas o gen. Aníbal Costa, pela primeira vez que eu visse, para além de defender a Rússia, mostrou-se autenticamente um porta-voz de Putin. Nem compreendo como o deixaram chegar a general. Certamente, ficaria mais descansado se soubesse que pessoas como ele ou o gen. Carlos Branco, não teriam acesso ás informações da NATO.