A ex-presidente da Raríssimas, uma associação de apoio a gente com doenças raras, com as exigências de dinheiro que faz à associação, mostra que foi para lá com o fim de sacar dinheiro pessoalmente, e está-se a borrifar para as doenças raras. Agora, faz um pedido judicial de dinheiro à associação falida.
Ficamos a saber que nas suas borrifâncias, borrifava-se menos para a falência da associação, do que para os pagamentos pessoais. E não tem vergonhe nenhuma na cara. O problema é estar nas mãos da Justiça para isto, coisa que ela achou valer a pena. Foi uma péssima escolha para qualquer cargo, que não vise apenas o seu pagamento pessoal.