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Um grupo de extrema-direita que queria desfilar no Carnaval parece ter sido judicialmente proibido. Era gente que apoiava a ditadura militar.
Reacção: falaram de censura.
Só que, a avaliar pelas suas posições pró-ditadura, este falar de censura não pode ser crítico, mas elogioso. Uma coisa de que eles gostam. Tiveram a sorte de serem vítimas do que defendem.
Um dos seus apoiantes, o deputado Jair Bolsonaro, um oficial militar de pequena ou baixa patente (como deve ser esta gente), que já se manifestara ruidosamente a favor da ditadura e contra Dilma Rousseff no impeachmernt desta, constitui a prova provada dos prazeres ditatoriais.
Enfim, cenas do país de Temer.