Vinagrete 17.12.21 – Prémio Turner continua a chocar

O Prémio britânico de artes plásticas Turner (o maior galardão mundial da especialidade, atribuindo 25 mil libras ao vencedor anual, e 5

Lubaina a vencedora, touchofclass.com.br

mil aos finalistas) continua igual a si próprio:: a chocar o mundo mais, do que preocupado com a arte em si. Sobre a arte em si, vale a pena recomendar um filme divertiidíssimo que está por aí, e que a crítica portuguesa, apesar de elogiá-lo (já vinha elogiado de fora, portanto…) parece não ter compreendido: O Quadrado (objecto de outro destes textos). Também é a primeira mulher negra contemplada.

Lubaina concorria com o pintor inglês Hurvin Anderson, o alemão Andrea Büttner e a cineasta Rosalind Nashashibi. A vencedora é conhecida pelos seus pratos de jantar pintados com aristocratas a vomitar. Mas também casos óbvios e pouco estimulantes e nada originais como a História Colonial e o racismo estão entre os assuntos que a artista, nascida na Tanzânia, aborda na sua obra. O júri salientou o modo não alinhado como enfrenta estes assuntos.

O prémio de arte contemporânea Turner foi fundado em 1984 e batizado com o nome do pintor J.M.W Turner. E já deu visibilidade à geração dos chamados Young British Artists, distinguindo Damien Hirst e Tracey Emin.

Deixe um comentário