Vinagrete 17.08.14 – A desgraça de S. Sobral

Salvador Sobral ganhou o Festival da Eurovisão, com uma canção da sua irmã Luísa, mas gastou muito depressa o seu ‘estado de graça’.

 

Salvador Sobral com a irmã, fotografia de flash.pt

Já houve, lá fora, quem achasse deselegantes as críticas por ele tecidas a toda a concorrência do Festival – como se Salvador fosse o único a descobrir, com a ajuda da irmã, o que é música. E desconhece definitivamente a máxima filosófica de Millor Fernandes, em voga desde a Antiguidade de Platão, segundo a qual quem tem muitas certezas é porque anda mal informado.

Depois demonstrou não saber estar calado, e não ter portanto tempo nenhum para aprender nada com a vida. Em Pedrógão a sua deselegância já maçou bastante o auditório nacional. E recentemente, apesar de enriquecido com o Festival, acabou assobiado num espectáculo próprio, por não cantar a canção que lhe deu celebridade e votos. Prefere arengar em inglês, como um cosmopolita (que nem parece ser) distante da universalidade (de que deu mostras sem querer na Eurovisão). Enfim, parece fazer-lhe bem estar calado algum tempo – como podemos constatar

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