E lá houve mais atentados terroristas na Europa (Londres, Paris, Bruxelas). As características dos seus autores parecem coincidir em diversos pontos: são sempre exibicionistas, criminosos marginais e muçulmanos radicais (o último de Londres, por acaso, dizia que era contra os muçulmanos, mesmo não radicais). Talvez lhes dê jeito apanharem a onda do radicalismo muçulmano (nem se importando com o fazer de vítimas muçulmanas, ou tendo até aí um ponto de encontro com a extrema-direita mais lumpen), talvez se limitem a dar asas aos seus instintos criminosos, e talvez aproveitem a atenção dos midia para presentearem o seu exibicionismo. Faz-me isto lembrar a onda de assaltos a bancos com reféns, sempre muito televisionadas, sempre muito repetidas. Quando as autoridades convenceram as TVs a absterem-se de dar publicidade aos criminosos, ou o excesso de casos se tornou monótono para o darem, os assaltos também acabaram.
Quem sabe se não sucederia o mesmo com estes ataques terroristas tão exibicionistas?